27
Ago 10

-Achas que ela gostou de mim Ruben?
-Eu não acho, eu tenho a certeza!
-Porque está a perguntar isso ao Ruben? É a mãe dele não a minha, você tem que se dar bem com a minha! – Exclamava o David num ar divertido.
-Sim, mas quero me dar bem com toda a gente. Não quero que nenhum fique de pé atrás comigo. E se com a mãe do Ruben estava nervosa, nem quero imaginar como vou estar quando conhecer a tua.
-Ela vai gostar de você, tenho a certeza. E não esteja assim, eu estou pior do que você. Tenho que conhecer a minha sogra!
-Não te preocupes com ela, preocupa-te mais com o teu sogro.
-Ai David, se tu fazes asneiras o teu “sogro” vem atrás de ti com uma espingarda! – Dizia o Ruben ao mesmo tempo que se ria e o David já com cara de quem estava nervoso.
-Acredita que sim. O meu pai costuma dizer “Tenho carros, tenho casas e tenho espingardas. Se te portares bem só vais ver a parte dos carros e das casas”
-Está falando sério?
-Sim, mas porquê? Estavas a pensar enganar-me era?
-Não! Mas meu Deus, estou ficando com medo!
-Eu acho que é melhor começares a rezar – Dizia o Ruben no meio das suas gargalhadas.
-Vamos é mudar de assunto, o David está a ficar muito branco.
-É, eu concordo. Estou ficando é nervoso! Bem, posso conhecê-lo daqui à dois anos só?
-Ó David tem calma, não é nenhum bicho papão.
-Ok, está bem. Vamos onde Ruben?
-Epá não sei, por mim íamos era a uma piscina.
-A casa de quem? – Perguntava o David ao mesmo tempo que me dava a mão.
-Podíamos ir à casa do Kardec. Que achas?
-Vamos lá embora então…
-David, eu vou ter de ir. A minha mãe já deve estar preocupada e assim.
-Ah, então espera Ruben. Tenho que levar ela a casa.
-Não, eu vou de transportes. Tenho o passe para isso. Vocês vão à vossa vidinha que eu vou andando para casa.
-Tem a certeza?
-Sim, vou-me embora. – ao mesmo tempo cumprimentava o Ruben – Obrigada por tudo, e és realmente simpático. Talvez te apresente uma das minhas amigas.
-Acho bem! Então vá, adeus. David eu vou andando para o carro…
-Quando volto a estar consigo?
-Quando quiseres, basta ligares.
-Posso ligar daqui a cinco minutos?
-Puder, podes mas não vai resultar.
-Está bem…
David agarrava-me e puxava-me para cima, a minha cara esta perto da cara dele e escassos milímetros separavam os nossos lábios. Beijamo-nos durante vários segundos. Não queria sair dali, do meio da rua. Não queria parar de beija-lo, de sentir o que estava a sentir. Sentia-me profundamente apaixonada e aquele momento não podia terminar.
-Tenho de ir…
-Tens a certeza?
-Não, mas é o melhor.
-Ok, então vai lá então. Amo-te.
-Adeus – dizia, dando-lhe um beijo na face. Não sabia o que havia de dizer e a verdade é que ele fazia-me sentir tão bem. Mas era possível amar em tão pouco tempo?

publicado por acordosteusolhos às 12:30

comentários:
Ahahah, coitado do David xD Já deve ter ficado com um trauma por espingardas. Muito bom! Beijinhos
- Sara a 27 de Agosto de 2010 às 13:10

Sempre hilariante Catarina...adorei a parte das espinguardas, lool!!
Muito boa mesmo....

Bjinhos xD
a 28 de Agosto de 2010 às 00:01

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